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São Carlos (cidade natal), SP, Brazil
Sou Doula e Psicóloga. Atendo em consultório na Vila Prado em São Carlos SP. Formada em Psicologia pela UFU em 1996, fiz Aprimoramento Profissional em Psicologia Hospitalar pela PUC/Camp em 1998, formação de Educadora Perinatal pelo Grupo de Apoio à Maternidade Ativa em 2004, e Curso de Extensão em Preparação Psicológica e Física para a Gestação, Parto, Puerpério e Aleitamento pela UNICAMP em 2006, onde neste mesmo ano, participei da palestra "Dando à luz em liberdade - Parto e Nascimento como Evento Familiar" com a parteira mexicana Naolí Vinaver Lopez. O que é uma doula? Uma mulher experiente que serve (ajuda)outra mulher durante o trabalho de parto e o pós-parto. Sou doula e psicóloga. Atendendo em consultório particular na Vila Prado em São Carlos SP Contato: vaniacrbezerra@yahoo.com.br (16) 99794-3566

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Larissa, Maykon, Yasmin, Luan e Luíza.

Tive a honra de doular a Larissa e o Maykon 3 vezes. Cada parto com suas emoções diferenciadas, tempos diferentes e desafios semelhantes!



O primeiro parto está relatado em detalhes aqui mesmo no blog:

http://vaniadoula.blogspot.com.br/2011/01/larissa-maycon-e-yasmim-28022010.html


E então recebo uma mensagem de que Larissa está grávida de novo. :) Fiquei muito feliz! Diante dos problemas de saúde que teve na primeira gestação, ela me contava que as pessoas sempre duvidavam que ela fosse querer engravidar de novo, e ela sempre muito calma: - "Claro que vou querer mais! Se tiver a doença de novo? Aguento outra vez! Vale a pena!"


A gestação desenvolveu-se de forma muito saudável, e ela quis repetir todo o processo de preparação para o parto, e principalmente para a amamentação. Eu a princípio achei desnecessário, mas ela me explicou que na primeira gestação a preocupação com a doença, o fato de não ser gestação de baixo risco, tinha deixado quase tudo em segundo plano, de modo que agora ela queria ter tudo de novo, pois provavelmente veria tudo com outros olhos. Então concordei e fizemos todas as reuniões novamente, além de uma ou duas sessões extras para falar sobre duvidas específicas quanto à amamentação.

Larissa tinha muito receio de que o parto fosse mais tranquilo mas que na amamentação a história de dificuldades se repetisse. Me lembro de falar e repetir que essas dificuldades que aconteceram com a Yasmim provavelmente eram muito ligadas à necessidade que houve de fazê-la nascer antes dela dar o sinal de que estava preparada. Larissa e Maykon foram até o limite da segurança e chegaram ao ponto onde esperar mais seria correr um risco muit maior do que o do nascimento prematuro. Yasmin nasceu de 37 semanas, Larissa tomava remédios fortíssimos e a amamentação foi prejudicada por isso, mas era o melhor que se podia fazer diante daquele quadro.

Larissa ainda tomou mais providências para sentir-se mais segura, comprando a bombinha de ordenha, encomendando uma pomada de lanolina pura que na época ainda era difícil de encontrar no Brasil, e lendo muito tudo que pudesse encontrar sobre dificuldades na amamentação e como solucioná-las.

Enfim, cercada de toda a segurança que pôde providenciar, passou a esperar que o Luan desse sinal de querer chegar. Trocávamos mensagens e mais mensagens sobre como proceder na hora em que as contrações se apresentassem, a que horas eu iria para a casa dela, o que eu faria para ajudá-la a ficar mais tempo em casa, o que faríamos caso a gestação ultrapassasse 40 semanas ou 41 semanas... como "driblar" alguém que dá ouvidos a histórias de bebês que "passaram do tempo"...

Sempre repito e nunca é suficente: para cada história de parto com final infeliz acontecem 95 nascimentos perfeitos, que não viram notícia! Mas o império do medo é sempre presente, infelizmente.

Uma coisa  que me alegrava muito em ver era como Larissa estava falante e com os olhos irradiando os sorrisos. Sempre rindo, sempre rindo, me envia uma mensagem assim: "a bolsa rompeu! kkkk"

Na hora em que li me perguntei o que havia de engraçado no fato da bolsa romper... e comecei a rir também! Hormônios são sentimentos em forma líquida! Rir e relaxar logo após a bolsa romper, confiando que o processo começou e que logo o bebê estará em seus braços. Rir é o melhor remédio sempre!

Trocamos várias mensagens, as contrações começaram, ela calma e aguardando... pouco depois me ligou dizendo que já estavam mais fortes e próximas, iriam até a maternidade para dar uma olhada, ela ainda estava tomando um banho, chamaria o Maykon e iriam em seguida, me dariam noticias após o exame.

Também tomei meu banho, fui separando meus apetrechos e colocando tudo à mão. No que me pareceu poquíssimo tempo ela já ligou dizendo que o exame de cardiotoco estava perfeito e que as contrações estando fortes e próximas ela tinha decidido ficar na maternidade.

Cheguei bem rápido. Fui recebida com sorriso. :D

Bolsa de água quente, chuveiro, banheira começando a encher, Larissa andando pelo quarto e se pendurando no pescoço do Maykon quando vinham as contrações, que vinham mais frequentes, fortes e longas.

A banqueta foi trazida para o quarto e sugeri que ela experimentasse. Ela tentou por duas vezes mas a dor aumentava muito, parecia que ela estava se sentando numa chapa quente, ela pulou de pé... depois da segunda vez que a cena se repetiu tirei a banqueta do meio do caminho, coloquei-a no canto do banheiro.

Enfermeira veio e auscutou os batimentos cardíacos do bebê, tudo perfeito, tudo caminhando bem.

- "Qualquer coisa me chama"! e saiu.


Próxima contração, Maykon estava próximo à cama, Larissa pendurou-se no pescoço dele, como na segunda figura do quadro ao lado. Inclinou mais o corpo, encostando-se ao peito dele, vocalizou mais forte, e disse: - "Estou fazendo força".

Olhei e lá estava o topinho da cabeça do bebê. Luan estava passando para o lado de cá.

Só tive que sair ao corredor e dizer que estava nascendo, a enfermeira ainda estava bem próxima, voltou ao quarto. Na próxima contração a cabecinha veio mais, ela me olhou e pediu pra chamar o restante da equipe. Fui ao posto de enfermagem e pedi que chamassem o médico e a pediatra, depois vieram ajudar, ligando o berço aquecido e ficando em volta.

Mais uma contração e Luan passou suavemente do ventre de sua mãe para as mãos da enfermeira. Ajudamos a Larissa a deitar-se na cama, com a cabeceira inclinada, seu filho nos braços e seu marido apoiando carinhosamente, bebê corou rápido e com olhos muito abertos olhava sua mãe e seu pai.

Obstetra e pediatra chegaram, e após verificarem que estava tudo bem juntaram-se aos sorrisos presentes na sala. Luan firmemente agarrado ao peito da mãe, mamou por mais de uma hora, como se quisesse garantir à sua mãe que tinha recebido os recados sobre como mamar de forma tranquila.

Placenta veio logo, linda, cumpriu bem sua função. ( Eu sempre agradeço! )

Meses depois o casal com o bebê foram a uma reunião do GAPN para contar sua história de segundo parto. Emoções, sorrisos e risadas deram o tom do relato.

Poucas semanas depois recebo o recado: Vânia, estou grávida de novo. :)




Desta vez, mãe de dois e com um terceito a caminho, toda vez que me encontrava com ela (virtualmente), a rapidez com que as semanas estavam passando sempre dava o primeiro tom da conversa. E mesmo sendo terceira vez, nada de achar que já sabe de tudo... nos encontramos pessoalmente pelo menos duas vezes, para falar sobre o plano de parto e providências necessárias.

Um dia eu estava saindo de uma doulagem e vi Larissa e Maykon na sala de espera de atendimento da maternidade. Larissa estava com dores, e sempre mencionava que as contrações de treino tinham começado meio cedo... aquele dia tinha sido só mais um dia em que tinham ido à maternidade para se certificarem de que a Luiza não estava querendo nascer antes da hora.

Pouco tempo depois recebi um recadinho:

Olá minha doula. Td bom? Vânia, hoje 36 semanas .... Fiz a ultra, provávelmente a última,. E a Luíza está na posição correta.... Estava um pouco apreensiva, pois ela tinha virado na transversal e depois achava q tinha voltado, mas fiquei apreensiva para ter certeza da posição.
A ultrassonografista falou q ainda tem bastante líquido, mas mostrou uns grânulos no pulmão que indica maturidade do pulmão...Mas ela está alta ainda.

Tudo pronto, bebê na posição mais fácil pra nascer, ficamos à espera, sem pressa.

Então recebo o mesmo recado bem humorado: - "Vânia, a bolsa rompeu, kkkk".


Trocamos várias mensagens, ela dizendo que ia tomar banho, avisar o Maykon, e iriam pra maternidade. Eu os encontraria lá pq logo após a bolsa romper as contrações começaram e já estavam ficando fortes.

Peguei minhas coisas, fui pra maternidade com bastante calma, cheguei primeiro. Daí, um pouco depois, achei que estavam demorando muito, fui olhar o celular pra ver se tinha algum recado... cadê o celular?!!! Virei a bolsa de cabeça pra baixo e nada... esqueci no carro! Quando peguei tinha dois recados da Larissa e uma ligação perdida. Aff, doula trapalhona, enquanto abria as mensagens já fiquei imaginando que estava nascendo no caminho, rsrsrsr

Eles estavam na portaria do outro lado do prédio. Essa portaria, de frente pra praça, o hospital fecha durante a madrugada porque estavam tendo muitos problemas... então Larissa e Maykon deram a volta ao quarteirão, esperamos a enfermeira vir buscá-la, e ao chegar no quarto a Larissa foi colocada no cardiotoco.

A enfermeira de plantão era a mesma que havia recebido o Luan e ficamos um tempo conversando sobre como tudo estava parecido.

Contrações próximas e fortes, Larissa não quis fazer exame de toque. O mais provavel é que estivesse pouca, 2 ou 3 cm, mas a evolução seria rápida, portanto não faria diferença. Ficariam no hospital fosse qual fosse a dilatação naquele ponto. Larissa sorria e dizia que estava forte, pressioando bastante, e que nem pensar em voltar pra casa.

Maykon foi buscar as coisas no carro, assinar a internação, e nesse meio tempo parou e falou pra enfermeira que estava de plantão que desta vez ele queria que chamassem o médico antes, pra não acontecer como no segundo parto, que o bebê veio rápido e o obstetra e a pediatra só foram chamados quando a cabeça já tinha saído.

Tudo arrumado dentro do quarto, decidimos em conjunto quem nem valeria a pena colocar a banheira pra encher pq não daria tempo mesmo... Larissa andando pelo espaço disponível, logo começou a respirar mais forte durante as contrações e se pendurar no pescoço do Maykon, exatamente como fazia da outra vez.

Daí a pouco a enfermeira entrou pra fazer a ausculta dos batimentos cardíacos da bebê, estava tudo bem, veio uma contração e Larissa falou em tom muito firme: "eu acho que eu já quero que chame o médico".

Como o começo da frase veio com um "eu acho", eu e a enfermeira ficamos meio em duvida, uma olhando pra outra, eu decidindo esperar pelo final da contração pra perguntar se era isso mesmo, o Maykon resolveu a questão: PODE CHAMAR!

E quando passou a contração ele foi ao corredor reforçar que era pra chamar.

Quando voltou ao quarto a Larissa falou que se precisasse poderiam fazer o exame de toque. Chamei a enfermeira, ela veio e examinou, falou que estava em 6cm, mas já tinha chamado o médico.

Daí a pouco ele chegou, entrou no quarto, trocou umas palavrinhas de incentivo, saiu. Fui ao corredor buscar um cobertor, vi a enfermeira falando pra ele que a dilatação estava em 6, ai falei que nesse tempo já estava em mais de 7 porque agora ela estava tremendo. Voltei com o cobertor.

Larissa se ajeitou na banqueta de parto, recostada no Maykon, que estava sentado no sofá. Colocamos o cobertor nas costas dela e assim ficamos mais um pouco, a tremedeira passou e ela começou a dizer que estava com vontade de fazer força mas ainda dava pra aguentar.

Sentei-me na frente dela, e fiquei ali, segurando as mãos dela durante as contrações, e vigiando. Períneo abaulou uma vez e na seguinte o topinho da cabeça já apareceu. Quando eu ia me levantar pra chamar a enfermeira ela entrou, já ia auscultar novamente. Olhei pra ela e falei: "Kátia, não sai mais daqui". rsrsrsr

Ela olhou e pediu pra chamar o médico e o restante da equipe. Vieram, o médico entrou, a cabecinha já estava pra fora. :)

Luiza chegou forte, calma, olhava os pais demoradamente.

Ajudamos Larissa a ir pra cama aguardar a saída da placenta, a enfermeira e eu olhando uma pra outra numa comunicação muda sobre a agilidade da Larissa de deitar-se, colocar o corpo mais pra cima e ajeitar os travesseiros pra começar a amamentar. Meu sentimento nessa hora é sempre de profunda gratidão pelo parto ter sido tranquilo pois essa cena jamais seria possível se uma cesárea tivesse sido necessária.

Pra finalizar o Maykon já quis deixar claro que é contra a ideia de voltarem o grupo pra contar como foi o parto porque a Larissa fica com vontade de ter mais um! Rimos muito!

Larissa e Maykon muito obrigada pela confiança, pela honra em acompanhá-los na chegada de seus 3 filhos, e pela alegria de vê-los todos juntos!

Um grande abraço!

Vânia.









domingo, 16 de agosto de 2015

Partolândia, hora da covardia e apoio consciente

Foco, força e fé! Perseverança, com o apoio das pessoas de sua confiança. Abrir-se, ceder e vencer.

Lindo parto! Pra vc que está buscando se preparar, esse video pode ser muito didático.

Aproveitem cada segundo!

https://www.youtube.com/watch?v=zRbksttjaWk

terça-feira, 21 de julho de 2015

Reuniões presenciais do GAPN São Carlos

O Grupo de Apoio ao Parto Natural de São Carlos - SP realiza reuniões presenciais desde outubro de 2009. Quinzenalmente nos reunimos e trocamos informações e experiências. Na maioria das reuniões alguém que frequentou o grupo durante a gestação, volta para contar como foi o parto. Assim ficamos cientes das facilidades e dificuldades encontradas na nossa realidade local.

Somos muitas, e seremos cada vez mais. Porque com a divulgação dos estudos sobre a segurança do parto natural, da segurança das intervenções quando são realmente necessárias x a segurança de uma cesárea agendada sem necessidade vai nos tornando mais conscientes de nossas escolhas.

A vida é mais "fácil" pra quem acredita em tudo que escuta. Não incentivamos isso lá na grupo. Ele é especialmente montado e preparado para receber pessoas que gostam de pensar por si mesmas. Questione tudo! Sim, é o seu pós-parto que está em jogo, é a sua vida! O parto escolhido fará parte da sua história, e não da história do seu companheiro, da sua mãe ou da sua tia.

Não é porque alguém falou que parto é melhor ou que cesárea é melhor que vc precisa acreditar.

Procure informar-se o quanto antes. Assim o final da sua gestação poderá ser mais tranquilo. Só esperando, esperando, relaxando e esperando.


Datas das próximas reuniões: 21 de julho, 04 e 18 de agosto, 01, 15 e 29 de setembro, 13 e 27 de outubro, 10 e 24 de novembro, 08 e 15 de dezembro.

Não precisa fazer inscrição, é só chegar e escolher o lugar. 

Às 19h30 na FESC - Rua São Sebastião 2828 Vila Nery - (Campo do Rui) - sala 10. 

Qq dúvida pode ligar (16) 99794-3566. (Op. Claro). 

Espero quem espera! :)

Vânia. 

sexta-feira, 5 de junho de 2015

OFICINAS DE PREPARAÇÃO JUNHO DE 2015

Oficina de Preparação para a Amamentação

e cuidados com o bebê;

Oficina de Preparação para o Parto.


 Dia 13/06/2015 sábado das 13h30 às 18h00

em São Carlos - SP

Com Vânia Bezerra e Tatiana Nagliati
Psicólogas, Doulas e Educadoras Perinatais desde 2005.


As oficinas tem como objetivo facilitar a aprendizagem através da prática, da simulação e da troca de experiências. Saindo do estudo puramente teórico e obtendo maior segurança emocional 
para um parto, amamentação e puerpério mais tranquilos.


Oficina de Amamentação e Primeiros Cuidados com o Recém-nascido: das 13h30 às 15h30. 

Conteúdo: pega correta, como prevenir os problemas mais comuns e como resolvê-los caso apareçam; o que o acompanhante pode fazer para promover e facilitar a amamentação e o vínculo entre mãe e bebê. Primeiros cuidados: curar o umbigo, trocas, banho, cólicas, prevenção de problemas mais comuns.





  
Oficina de Parto -Das 16h00 às 18h00 - Conteúdo: fases do trabalho de parto, posições que facilitam a descida do bebê, como o acompanhante pode ajudar, como a doula pode ajudar, como podem trabalhar em conjunto. O que evitar afim de não atrapalhar. Técnicas naturais de alivio do desconforto.


Facilitadoras: Tatiana Nagliati e Vânia Bezerra - Psicólogas, doulas e educadoras perinatais, atendendo partos há mais de 9 anos.
Investimento: 80,00 cada oficina, com direito a um acompanhante. (mais 40,00 por cada acompanhante extra).
Para fazer as duas oficinas: $150,00 (pagamento antecipado)

Inscrições com Vânia Bezerra - vaniacrbezerra@yahoo.com.br
ou com Tatiana Nagliati - tatiananagliati@gmail.com

Importante: comparecer com roupas confortáveis, que te permitam ficar de cócoras e sentar-se no chão. 

Local: CLINFISIO Fisioterapia e Estética.
Rua Luiz Barbosa de Campos, 410 - Jardim Alvorada São Carlos - SP
(próximo ao restaurante Casa Branca).




sábado, 11 de abril de 2015

Oficinas de Preparação para o Parto e Amamentação abril 2015


Oficina de Preparação para a Amamentação e primeiros cuidados com o bebê
 e Oficina de Preparação para o Parto.

 Dia 25/04/2015 sábado das 13h30 às 18h00


Com Vânia Bezerra e Tatiana Nagliati
Doulas desde 2005.

As oficinas tem como objetivo facilitar a aprendizagem através da prática, da simulação e da troca de experiências. Saindo do estudo puramente teórico e obtendo maior segurança emocional 
para um parto, amamentação e puerpério mais tranquilos.


Oficina de Amamentação e Primeiros Cuidados com o Recém-nascido: das 13h30 às 15h30. 

Conteúdo: pega correta, como prevenir os problemas mais comuns e como resolvê-los caso apareçam; o que o acompanhante pode fazer para promover e facilitar a amamentação e o vínculo entre mãe e bebê. Primeiros cuidados: curar o umbigo, trocas, banho, cólicas, prevenção de problemas mais comuns.





  
Oficina de Parto -Das 16h00 às 18h00 - Conteúdo: fases do trabalho de parto, posições que facilitam a descida do bebê, como o acompanhante pode ajudar, como a doula pode ajudar, como podem trabalhar em conjunto. O que evitar afim de não atrapalhar. Técnicas naturais de alivio do desconforto.


Facilitadoras: Tatiana Nagliati e Vânia Bezerra - Psicólogas, doulas e educadoras perinatais, atendendo partos há mais de 9 anos.
Investimento: 80,00 cada oficina, com direito a um acompanhante. (mais 40,00 por cada acompanhante extra).
Para fazer as duas oficinas: $150,00 (pagamento antecipado)

Inscrições com Vânia Bezerra - vaniacrbezerra@yahoo.com.br
ou com Tatiana Nagliati - tatiananagliati@gmail.com

Local: CLINFISIO Fisioterapia e Estética.
Rua Luiz Barbosa de Campos, 410 - Jardim Alvorada São Carlos - SP
(próximo ao restaurante Casa Branca).

quarta-feira, 18 de março de 2015

GAPN Especial no SESC São Carlos, dia 24/03/2015 às 19h00

NASCIMENTO EM SÃO CARLOS
5 ANOS DEPOIS DO GAPN
GRUPO DE APOIO AO PARTO NATURAL


Há 5 anos um grupo de mulheres de São Carlos, interessadas no tema "maternidade", passou a promover discussões sobre o parto natural humanizado. Informações corretas foram difundidas e depoimentos de partos começaram a aparecer com maior frequência. Assim, as informações continuaram circulando. O que mudou no atendimento aos partos em São Carlos, 5 anos depois?

Com Vânia Bezerra, Tatiana Nagliati, Carla Polido e Jamile Bussadori.

Venha participar deste encontro, que além de um balanço sobre nossas conquistas, será também uma grande confraternização entre todas as que já frequentaram o grupo, as que estão gestantes, as tentantes, e todas as interessadas no tema! Familiares são sempre bem vindos!

Venha conferir, no SESC São Carlos, dia 24/03/2015, das 19h00 às 21h00, no Galpão.

Não é necessário fazer inscrição. É só chegar e escolher o lugar!


(Se você já participou do grupo e quer ver uma foto sua incluída no slide show, envie in box para vaniacrbezerra@yahoo.com.br ​ até o dia 21/03). 




terça-feira, 17 de março de 2015

Os direitos das gestantes e dos pais



OS DIREITOS DAS GESTANTES E DOS PAIS 

No SESC São Carlos hoje às 19h00 - - Com Marileide Azevedo, socióloga, Coordenadora do Instituto Papai (Recife - PE) e Janaina Basilio​, advogada e membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB - Seccional São Carlos​ .

Você sabe quais são os direitos das gestantes? Hoje o pai pode participar do pré-natal e do parto, mas nem sempre foi assim. Que barreiras ainda existem? A licença paternidade de 5 dias é suficiente para promover o vínculo afetivo entre pais e filhos?

Esse é um convite para refletir sobre esses temas.